Blue Man Group um modelo para as Comunicações?

Na semana passada eu levei meus filhos para ver o Blue Man Group mostra – quase 13 anos depois de ver o programa inovador durante sua execução original, em Chicago. Além de perceber as atualizações em tecnologia e conteúdo – há diversos novos segmentos que possuem iPhones e mensagens digitais – o que me impressionou são as lições valiosas BMG para os comunicadores profissionais, pense nisso como uma metáfora teatral para a comunicação altamente original, memorável e impactante.

Na sua origem BMG é sobre a comunicação humana – quase toda ela não-verbal. O programa caracteriza uma variedade estonteante de esboços multi-media mistura mímica, comédia, teatro de improvisação, percussão, adereços e imagens digitais. Todos os frenético, sketches muitas vezes hilariante relacionar a contar uma história e entreter o público. E é tudo feito com muito pouca comunicação “formal”.

Aqui estão algumas dicas úteis a partir do desempenho:

  • Inicie conversas – Desde o início, quando uma linha de texto de rolagem gradualmente envolve o público de uma forma divertida de volta-e-vem do diálogo, o desempenho vai muito além de uma via “push” de desempenho que você espera de um espetáculo dessa natureza .
  • Suponha que a inteligência – Tudo sobre o programa (a partir dos movimentos sutis para a mímica momentos de comédia inteligente) sugere BMG exame para concedido audiência a sua vontade de entender a piada.Este não é um show que dumbs-down ou atirar para o típico ou óbvio – apesar do fato há muitas crianças na platéia. É um bom lembrete de que se preocupar muito com “falar baixo” para uma platéia pode ser contraproducente se ele remove qualquer nuance, inteligência e criatividade a partir da comunicação.
  • Deixe a platéia join / ser o desempenho – como em muitos shows, a equipe do grupo BMG usar vários membros do público em alguns de seus esboços. Ele também usa câmeras de celular para concentrar-se na audiência interlúdios regular … quebrando a quarta parede proverbial. O show também faz bom uso do informal crowd-sourcing, usando a entrada de audiência ou reações de influenciar o desempenho.
  • Use o seu corpo – Não é nenhuma surpresa que a equipa BMG usar truques física e adereços em sua performance – incluindo a famosa bateria em seqüência latas de tinta – mas é um bom lembrete de que mais apresentações formais poderiam se beneficiar de uma melhor utilização e estágio presença movimento.
  • Uso a música para ajudar definir o humor ea ênfase – Muitas vezes me surpreende quão pouco os profissionais de comunicação corporativa usar a música em suas apresentações e resultados. A música é central para a experiência do BMG – que vão do básico bateria uma música de fundo – e é um fator importante para a experiência global.
  • Enfrente os elefantes – Muito saída das empresas é comprometida, porque ele tenta dançar em torno de questões controversas ou questões latentes entre o público. BMG aumenta a relevância eo impacto do show, indo direto para os elefantes ocultos – como celebrar a chegada de retardatários em um estilo paparazzi anúncio hilário, ou abordar de forma proativa perguntas da platéia provavelmente no início do show.
  • Ir para um riso – Este show confirmado para mim (de novo) que oportunas, humor inteligente pode ser uma linguagem universal que atravessa, fundo de idade e cultura. E o mais importante, o humor ajuda a manter a atenção do público e aumenta as chances de os participantes se lembrará de nada. Demasiado muitos comunicadores carranca no humor e argumentam que pode diluir e distorcer uma mensagem séria. Isso pode ser verdade – em alguns casos – mas a realidade é que o material de que é sério e maçante pode ser muito mais eficaz se apresentou em um formato mais envolvente.
  • Improvise – Uma das grandes coisas sobre o BMG é que deixa muito espaço para surpresas e improvisos. Eu realmente notei isso durante a participação dos segmentos público, onde pareceu que não havia pouca estrutura ou roteiro para orientar os voluntários … para efeito positivo.
  • Tornar o evento uma experiência – BMG é famosa pela explosão que termina onde o público é regado com papel higiênico córregos, confetes e balões gigantes. Embora isto possa soar como um exercício de bobo, esta celebração é sempre um dos destaques do programa. No show Austin vi platéia passou quase 15 minutos “brincando” após o fim formal do espetáculo.

É claro que nem todas as táticas e truques usados ​​pela BMG são adequados para mais formal de comunicações corporativas. Por outro lado, os profissionais muitas aderir desatualizado, regras infundadas sobre o que constitui a comunicação efetiva – particularmente em uma época em que parodia o YouTube, jogos virtuais e atualizações do Twitter dominam a paisagem. Blue Man Group mostra a comunicação pode assumir muitas formas.É hora de tomar um novo olhar sobre o conjunto de ferramentas e foco no que funciona melhor, não o que é uma prática aceitável.

Fonte: Public Relations Rogue

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Encontro Marcado

Uma visita inesperada

O que você faria se, de repente, começasse a escutar uma voz do além? E, o pior, se essa voz se apresentasse como ninguém mais, ninguém menos que a morte querendo fazer um acordo com você? É exatamente essa a proposta que o filme “Encontro Marcado ” (Meet Joe Black) nos apresenta.

William Parrish (Anthony Hopkins) é um empresário de sucesso, dono de sua própria companhia, prestes a fazer 65 anos de idade. Ele tem duas filhas, Allison (Marcia Gay Harden) a mais velha, já casada e super cuidadosa com as festas de aniversário do pai e a mais nova, médica, chamada Susan (Claire Forlani), que é noiva do braço direito de William, o falso Drew (Jake Weber). A vida aparentemente normal do empresário muda quando um rapaz chega a sua casa dizendo ser a morte.

Joe Black (Brad Pitt), nome que William batiza a morte, propõe um trato para o empresário: ele o concede mais uns dias de vida em troca de sua ajuda para conhecer o mundo. E nessa aventura pela vida, Joe acaba causando várias mudanças na rotina de William, desde suas relações no trabalho até a sua vida pessoal, principalmente quando percebe que sua filha, sem fazer a mínima idéia do que esta acontecendo, acabou se apaixonando pela morte vestida de gente. E o melhor, a “roupa” que a morte escolhe vestir é justamente o rapaz que Susan conheceu numa lanchonete e a deixou encantada, mas que morreu logo após o encontro.

Sem fugir muito do comum dos filmes de romance, o longa surpreende apenas ao mostrar como a morte escolhe e executa a posse de seu novo corpo. Mas, apesar de previsível, não deixa de cumprir o papel de passar uma mensagem bonita e comovente.

O filme mostra que mesmo uma pessoa rica e bastante envolvida com o trabalho, que à primeira impressão nos parece arrogante e fria, é capaz amar e preservar a família. William é o maior exemplo disso e mesmo com todo o seu dinheiro e sua rotina comandada pela sua empresa, ele demonstra ter um carinho sem tamanho pela suas filhas. Além disso, é muito bonito o conselho que ele dá para Susan quando eles conversam sobre o relacionamento da moça com Drew e o sentimento de amar de verdade:

Quero te ver arrebatada.
Flutuar, cantar extasiada, dançar como um dervixe.
Seja delirantemente feliz ou predisposta a ser.
(…) Sei que parece pieguice, mas amor é paixão. Obsessão por alguém que não pode viver sem.
Cair de quatro.
Amar loucamente alguém que corresponda seu amor
Como vai encontrá-lo?
Esqueça a razão e siga o coração.
A verdade é que sem isso a vida não tem senido.
Terminar a longa jornada sem ter amado seria como não ter vivido.
Tem que tentar.
Porque se não tentar, não terá vivido.
Fique receptiva,
Quem sabe o céu pode se abrir.
*

Mas, o ponto forte do filme, na minha opinião, está nas atuações. Principalmente a de Anthony Hopkins, que se mostra excelente no papel de um senhor que esta prestes a morrer e faz sua avaliação sobre a vida e seus valores. Brad Pitt também não faz feio e consegue tornar a morte até mesmo simpática aos nossos olhos. Entretanto, o ponto negativo é a sua duração, são 3 horas de filme e com um ritmo bastante lento, podendo se tornar um pouco cansativo (sendo que ele é uma refilmagem de um longa de 78 minutos apenas, o “Uma Sombra que Passa”, de 1934)

Ao menos a mensagem é sincera e tocará os menos exigentes de forma profunda. Além disso, a fotografia e a trilha sonora são impecáveis, justificando os 90 milhões de dólares investidos no filme. E olha que nem efeitos especiais magníficos têm!

Mesmo com todos os seus defeitos, considero um exagero a indicação do longa ao Framboesa de Ouro como pior continuação ou remake. “Encontro Marcado” tem sim o seu charme e para quem gosta de romance que emociona, também é um prato cheio. Mas, para aqueles que se ligam em maiores detalhes em uma trama, acredito que ele não passe de mais um água com açúcar sem novidades.

* Existem outras versões deste texto/fala em português que você pode ver aqui e aqui.

Ficha Técnica
Título Original: Meet Joe Black
País/Ano: EUA/1998
Duração: 186 minutos
Gênero: Romance
Direção: Martin Brest
Roteiro: Ron Osborn, Jeff Reno, Kevin Wade e Bo Goldman
Fotografia: Emmanuel Lubezki
Elenco Principal: Brad Pitt (Joe Black), Anthony Hopkins (William Parrish), Claire Forlani (Susan Parrish), Márcia Gay Harden (Allison), Jake Weber (Drew), Jeffrey Tambor (Quince), David S. Howard (Eddie Sloane)

Fonte: Livros & Bolinhos.

ENCONTRO MARCADO

A morte é o tempo
que não tem tempo,
mas que chega na hora marcada.

É a luz
que não tem luz,
mas que ilumina.

É o amor
que sente amor,
mas que não tem amor.

É a solidão
que tem solidão,
mas que não está só.

É o brilho
que brilha
na imensidão.

É o canto
que ecoa
no silêncio.

É a água viva,
que de viva
não tem nada.

É o dia,
a hora,
o instante,
o encontro marcado.

[por Tássio Telles]

BELA

Bela que não é fera, mas sim misteriosa,
Misteriosa com teus amores,
Amores que te envolvem,
Envolve aqueles que quer,
Quer aqueles que tem química.
Química? Que química é essa?
Essa química é de pele,
Pele que é lisa, macia, é linda,
Linda e experiente amada,
Amada por sua experiência,
Experiência que adquiriu através dos anos,
Anos que não a preocupam. Será?
Será que não há mais nisso?
Nisso ele se pergunta,
Pergunta que ela faz a si.
Se tudo que tem foi paixão,
Paixão que a faz viver,
Viver cada momento, sem se preocupar,
Preocupar se foi usada,
Usada não, usou a todos.
Todos usaram-na:
Na cama, na fama, no amor. A Bela.

PREVARICAÇÃO

Ao entrar em meu quarto, vejo-te em minha cama, nua e molhada de desejo meu. O cheiro da sacanagem penetra em minhas narinas fazendo o tesão subir em minha cueca, ao lembrar da tua língua em meus pêlos subindo-me o corpo, envolvendo-me de tara. Resistindo meu pau dói, dor selvagem que me faz gozar e sentir o teu gozo em minha boca. Sabor do pecado por sermos casados.